Creio em ti, Senhor

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Gosto de louvar a Deus com o Eduardo. Diversas vezes discorremos longas conversas sobre Deus, sobre louvar, sobre essencia de louvar. Acredito que espiritualmente temos a mesma visão, e isso é bom, pois sabemos que o nosso louvor tem que partir da nossa alma, do nosso interior, tem que ser uma oferta a Deus.

Ridícula é essa oferta perante aos olhos de Deus. Nossa oferta é ridícula. É como uma criança que mal sabe a diferença entre caneta e lápis, que mal sabe falar ou entender alguma coisa de vida. Que só sabe comer e dormir, entregar ao seu pai rabiscos de tinta em uma folha rasgada de papel. E não precisa nem ser realmente sulfite. É assim que o nosso melhor chega a Deus.

E ele recebe como o melhor pai do mundo, pois o é, e nos tenta ensinar a diferença das cores, e dos papéis, e das canetas, mesmo sabendo que nós por muitas vezes o ignoraremos, não daremos ouvidos a ele, e as vezes tentaremos trilhar nosso próprio caminho.

Mas o nosso desejo é de realmente adorar a Deus. E sinto que o Eduardo também pensa dessa maneira.

Já havia algum tempo que eu queria cantar esse hino (Creio em Ti, senhor - Duetos Novo Tempo ) com o Eduardo. Na última quarta-feira foi feito assim, e não haveria momento mais oportuno para isso.

Isaías 64.6: “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia;”

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