preservo

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E a felicidade era prender duas tampinhas nos olhos sem a ajuda da mão, nem da mãe. Acúmulo de infantilidade, não pejorativa, do contrário, digna de uma criança que sempre atendia pelo apelido "markinhos" e, mesmo depois de 'grande', fez questão de mantê-lo. Porque talvez, pensava (e penso), se eu conservar o mesmo chamativo nominal no diminutivo talvez retenha também um pouco do mesmo carinho do qual ele emergiu. E talvez eu consiga encontrar a mesma felicidade no simples, como encontrava em duas tampinhas de garrafa, e simplesmente ceda ao sorriso fácil.

Feliz dia das crianças (um pouco antecipado) a todas as crianças preservadas dentro de atuais adolescentes, jovens, adultos e velhos.



markinhos.com