perigo

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Nos últimos dias aprendi com um senhor que não vale a pena fazer nada cujo objetivo fuja do que ele chama de "integralidade da missão". Paulo já diz que não vale a pena continuar uma discussão que não produz edificação em amor. Entre os "fazeres" e "dizeres" perigosos, fui constrangido quando percebi o quanto meu coração ainda está longe de ser parecido com o de Cristo, tanto no agir quanto no falar. Ainda me entristeço ou me 'emputeço' com certa facilidade em discussões que não produzem o mínimo de edificação, por exemplo, e que têm em si acidez desnecessária originadas duma consciência não íntegra, de um coração não puro e de uma fé fingida. Por vezes sou participante ativo disso onde não há qualquer disposição para edificação, mas a razão como próprio fim. O viés errado do outro instiga o meu próprio viés errado, e tudo se torna um grande prejuízo de tempo.

O que falta mesmo é a simplicidade que não se complica no dizer e no fazer. Talvez essa seja a simplicidade de ser.
markinhos.com