personar

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Ultimamente tenho aprendido um pouco mais sobre como vive o personagem do Poeta que decidiu poetar alguns parágrafos de só. O personagem escrito, introspectivo por demais, começa a deixar de lado a capa do orgulho e dá uma experimentada na do valor. Não a do valor pelas idéias produzidas num momento só, isso pode ter ainda o visco da antiga veste de orgulho, mas o valor pela vida. Pela vida dos amigos que valem a pena serem abraçados por méritos, e também pelo valor da vida do outro colega ainda com deméritos exclusivistas e infantis, mas valioso de qualquer forma. O personagem começa a dar valor numa simples caminhada ínfima de alguns minutos e em poucas demonstrações mínimas de afeto ainda que não seja nem de perto alguma expressão de amor, afinal o valor já está na esperança de que seja e não mais se o é. Um sorriso ainda que banguela produziria uma sensação tão branca e acolhedora que o personagem só, tão só, escrito pelo poeta, poderia versar e valsar até com os lindos versos valseados.

O personagem só, valorizando a esperança pelo amor, mal sabe que já ama. Ama por demais o seu Escritor, sô.

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