barulhos

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Para manter a proposta do blog ser algo mais pessoal, embora as redes sociais tenham arbitrariamente tomado essa função, ainda que estas sejam tão enchidas com coisas desnecessárias, quero compartilhar, e o farei apenas aqui, algo que aconteceu hoje comigo.

Tive um sonho muito estranho, e aconteceu algo que nunca antes tinha acontecido. Foi algo extremamente tempestuoso (segunda vez que escrevo essa palavra em menos de um dia... rs). Havia muito barulho, muito mesmo, enquanto o desespero tomava conta das minhas ações. Na janela do meu quarto apareceu a senhora que é dona de onde moro e batia contra as grades aos gritos. Enquanto outras pessoas batiam na porta do meu quarto eu ainda conseguia ouvir um barulho, como um conjunto de trovões, que trovejavam insistentemente. O barulho dos trovões eram mais altos do que o dos gritos e das batidas.

Um pesadelo que não assustaria muito pelo fato de já não ser novidade para a minha atual e avançada idade (haha). Mas o que vou relatar foge do comum, pois quando imediatamente acordei - por cerca de aproximadamente 10 segundos com os olhos abertos que percorriam a mesa do notebook, a parede, o violão, uma televisão antiga e o guarda-roupa - as vozes prontamente sumiram porém os trovejos permaneceram.

Tive a absoluta percepção deles por este período curto de tempo e, embora o raciocínio já entendesse que eu não estava mais sonhando, o meu inconsciente desobediente continuou a interpola-los na minha percepção. Até que foram desvanecendo e dando lugar ao som ambiente, onde escutava a voz um pouco áspera da dona da casa que discutia com alguém (ela mora acima de onde eu moro).

Querendo ou não isso me deixou um pouco desnorteado por alguns minutos, pois não sabia se havia trovejado ou não. Até verifiquei se estava chovendo com o preguiçoso "ok google" que faço sem tocar no celular tampouco levantar. De qualquer forma concluí que não havia trovejado pelo fading que aconteceu com o som ambiente.

Foi no mínimo curioso.
markinhos.com